Bem-vindos ao blog. Por favor, leiam o post "Avisos!" antes de qualquer outro (está aqui em baixo, à direita, em "Publicação em Destaque")
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Actualizações
Mais uma actualização, desta feita, no post "Bandolero". Aliás, é bastante parecida com a actualização anterior; é sobre a mesma voz, até.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Azuki
Informação: Um anime meloso e simples que fez parte da infância de muitos. Até porque de tempos a tempos era reposto. E, curiosamente, o que mais mudava não era a equipa de dobragem (aqui feita gentilmente pela mesma equipa que dobrou Digimon); era o genérico! Quando este programa começou a ser transmitido, o genérico era cantado em japonês. Mais tarde, tiraram a cantoria e ficou só o instrumental. Finalmente, fizeram uma adaptação do genérico para português! "Fico feliz, fico feliz, quando estás perto de mim(...)"
À parte disso, este desenho animado era sobre um jovem estudante chamada Azuki que tinha uma paixão platónica pelo seu colega Mike. O Mike era um bom rapaz e a sua beleza e forma física atraía muita gente. Resultado: a Lisa, uma espécie de arqui-inimiga da Azuki, andava sempre atrás dele. Só que ela era muito mais "peixeira" ao mostrar a sua queda pelo Mike e quase não olhava a meios para atingir os seus fins. Felizmente, a Azuki tinha o apoio das suas amigas como a Beth, a Cathy e uma menina de óculos muito ajuizada. Também tinha amigos, mas eles eram um pouco pestinhas: o Ken e o Joey. Os dois eram amigos, mas o Ken era o mais espevitado e brincalhão. Aliás, o Ken gozava muitas vezes com a Azuki. Embora, secretamente, ele nutrisse uma paixão por ela. Mal ele sabia que a pobre Beth gostava dele...ai, tantos triângulos amorosos! Agora ficou a parecer uma novela mexicana...
Alguns episódios
- A Cathy andava a comportar-se de maneira estranha, pedindo a algumas pessoas comidas estranhas como couves não vendidas e massas instantâneas. Quando lhe perguntavam o que se passava, ela justificava-se com a família: "A minha avó gosta muito de massas instantâneas!". No fim de contas, aquilo era tudo mentira e o que se passava era que a Cathy tinha "adoptado" um coelho e estava a dar-lhe de comer. E escondeu isso porque não queria que a avó dela soubesse. É que a avó dela era bera. Nas palavras da Azuki, a avó da Cathy era tão teimosa como a neta.
- Durante parte dos episódios, uma personagem teve uma pequena cadela chamada Lucy. Quando o Mike foi para fora, pediu à Azuki para tomar conta da Lucy. Ela fez isso o melhor que pôde e depois o Mike voltou para vir buscá-la. A Lucy ficou toda contente e deu umas lambidelas na cara do Mike, como alguns cães fazem. O Mike ria-se e a Azuki murmurava: "Tenho inveja da Lucy. Se eu pudesse mostrar os meus sentimentos ao Mike como a Lucy faz...". Só que o Ken ouviu o que ela murmurou (ou talvez não tenha ouvido; a cena era um pouco ambígua em relação a isso), fez uma cara toda gozona e, rindo-se, disse: "Azuki, porque é que não te atiras ao Mike, como a Lucy faz?!". Pois é...o rapaz era um gozão, mas às vezes tinha sentido de humor.
- Ainda hoje me lembro de um dos episódios finais, em que a Lisa estava a gritar com o Mike e ele defendia-se...nesse dia, o Mike assumiu claramente à Lisa: "Eu amo a Azuki!". Suponho que tanto a Lisa como eu trememos ao ouvir essa frase; no fundo, foi um choque. Quer dizer...quantas vezes nos desenhos animados da manhã é que se ouve a palavra com "A"? ;)
Uma(s) vozes: Bárbara Lourenço; Graça Ferreira; Mónica Garcez; Nara Madeira; Paulo Coelho; Pedro Borges
Uma(s) personagem(ns): Azuki; Beth; Cathy; Joey; Ken; Lisa; Lucy; Menina Michelle; Mike
Genérico: em japonês
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Actualizações
Actualização no post "Hoppity Hooper". Com muito gosto, diga-se de passagem; descobri mais uma das vozes clássicas da nossa infância!
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
O Cavalo de Prata
Informação: Um desenho animado que só conheci numa fase mais
final da minha infância. Creio que passava de manhã numa RTP.
Bem...basicamente, é um programa sobre cavalos e outros animais selvagens que
vivem numa floresta. O ambiente lá era muitas vezes tenso, porque havia muitas
vezes ameaças à calma do lugar. Na verdade, não me lembro de quase nenhum
episódio, pois nem gostava muito do programa. O que o tornava especial era
aquele genérico fabuloso! Muito provavelmente melhor que o programa em si, o
genérico tinha um ritmo óptimo que dava uma sensação de aventura épica vivida
por um veloz cavalo. E a letra era qualquer coisa de especial. A versão
portuguesa do genérico era cantada pelo actor português Fernando Luís, que
mostrou mais uma vez os seus dotes canoros. Mas a versão inglesa também é
magnífica e é cantada por uma voz diferente. Mais suave, talvez...lembra um
pouco (só um pouco) a voz de Phil Collins.
Alguns episódios
- Como já disse, não me lembro de praticamente nada deste
desenho animado. A única cena de que me lembro claramente é de uma cena em que
o Tora estava com dois outros cavalos - um deles era fêmea - e disse que ia
tratar de um assunto grave. O cavalo fêmea pediu-lhe para não a deixar sozinha
e o Tora insistiu, dizendo que não sei quê, que tinha de a deixar segura. Ela
respondeu de forma séria e nada melosa: "Eu só me sinto segura
contigo!". Que bonito, não é? Bem, a verdade é que o Tora acabou por a
deixar ir com ele, mas avisando-a para ter cuidado. Pois
então!
Uma(s) voz(es): ?
Uma(s) personagem(ns): Tora
Genérico:
Foi no meio da escuridão
E na fúria do trovão
Que um sinal de liberdade
Se levantou do chão
Tora
O meu nome é Tora
Como o vento
Livremente
Correrei
Tora
O meu nome é Tora
O meu destino
É ser livre
Como um rei
No recôndito do vale
Na neblina do paúl
Passa a alma de um cavalo
Um silêncio azul
Tora
O meu nome é Tora
Como o vento
Corro livre
Como o vento
Tora
O meu nome é Tora
Como o vento
Serei livre
Serei rei
Interpretado por: Fernando Luís
Interpretado por: Fernando Luís
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Dica: Bendito Regresso
Caros leitores:
E, com isto, retomamos a nossa programação normal! ;)
Venho aqui dar-vos uma pequena dica: o delicioso e muito criativo desenho animado "Recreio" (Recess, no original) tornou-se há pouco tempo um dos programas do nosso Disney Channel. Note-se que não é um desenho animado esquecido. Mas achei por bem recomendá-lo, pois além de se assemelhar a uns desenhos animados que eu cá sei, este programa pode trazer diversão e crianças e adultos e mostrar como se pode ter grandes ideias a partir de um espaço simples como o recreio de uma escola.
E, com isto, retomamos a nossa programação normal! ;)
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Bandolero
Imagens/vídeos:
Informação: Um programa com uma fórmula um tanto ou quanto semelhante à do Robin dos Bosques. Vejam bem, o protagonista é um ladrão! É verdade; um ladrão chamado Bandolero. Ele e os seus três amigos formam um grupo que se esconde lá para a floresta, perto de uma gruta. Os maiores inimigos de Bandolero são homens antipáticos e um tanto ou quanto tiranos. E se bem me lembro, o arqui-inimigo do Bandolero - chamemos-lhe Rodrigo, embora eu não me lembre se era esse o nome na tradução portuguesa - tinha um cargo qualquer no exército; até tinha uma roupa especial de corrida (isto não vos lembra o Zorro?). E obrigava os habitantes do local a pagar grandes impostos. Aí é que os “serviços” do Bandolero e do seu bando se tornavam necessários; eles basicamente roubavam aos ricos para dar aos pobres – lá está, a fórmula “Robin dos Bosques”. Quando calhava, o Bandolero até assaltava os seus inimigos. Mas ele tinha um ponto fraco: uma mulher (com a voz de Margarida Machado). Uma mulher fina que vivia numa casa e até tinha empregada doméstica. Mas essa mulher amava o Bandolero, não tenham dúvidas. E ele visitava-a indo ao pé da sua varanda ou subindo mesmo lá para cima, qual príncipe que sobe pelas tranças de Rapunzel. Quanto aos companheiros de Bandolero…o “Dragabuche” é gordinho, divertido e parece gostar de comer. A Rosita e o Tony (este lê-se Tóni e não Tóní) vão acabar por se tornar um casal, embora no princípio não se perceba nenhuma química especial entre eles. E há ainda o Flaco, o cão do Bandolero. O Flaco não fala, mas pensa e consegue comunicar com outros cães com uma espécie de telepatia.
Informação: Um programa com uma fórmula um tanto ou quanto semelhante à do Robin dos Bosques. Vejam bem, o protagonista é um ladrão! É verdade; um ladrão chamado Bandolero. Ele e os seus três amigos formam um grupo que se esconde lá para a floresta, perto de uma gruta. Os maiores inimigos de Bandolero são homens antipáticos e um tanto ou quanto tiranos. E se bem me lembro, o arqui-inimigo do Bandolero - chamemos-lhe Rodrigo, embora eu não me lembre se era esse o nome na tradução portuguesa - tinha um cargo qualquer no exército; até tinha uma roupa especial de corrida (isto não vos lembra o Zorro?). E obrigava os habitantes do local a pagar grandes impostos. Aí é que os “serviços” do Bandolero e do seu bando se tornavam necessários; eles basicamente roubavam aos ricos para dar aos pobres – lá está, a fórmula “Robin dos Bosques”. Quando calhava, o Bandolero até assaltava os seus inimigos. Mas ele tinha um ponto fraco: uma mulher (com a voz de Margarida Machado). Uma mulher fina que vivia numa casa e até tinha empregada doméstica. Mas essa mulher amava o Bandolero, não tenham dúvidas. E ele visitava-a indo ao pé da sua varanda ou subindo mesmo lá para cima, qual príncipe que sobe pelas tranças de Rapunzel. Quanto aos companheiros de Bandolero…o “Dragabuche” é gordinho, divertido e parece gostar de comer. A Rosita e o Tony (este lê-se Tóni e não Tóní) vão acabar por se tornar um casal, embora no princípio não se perceba nenhuma química especial entre eles. E há ainda o Flaco, o cão do Bandolero. O Flaco não fala, mas pensa e consegue comunicar com outros cães com uma espécie de telepatia.
Este programa,
creio, vinha de uma empresa espanhola que tinha uma espécie de Rei Neptuno como
símbolo: a Neptuno Films. Embora um tanto ou quanto esquecido, esse Rei Neptuno
trouxe vários desenhos animados em alturas diferentes da minha infância. Entre
eles, um que se chamava algo como “Bogey Bogey”, assim como “O Patinho Feio”
(de que vou falar noutro post) e um desenho animado sobre monstros. É, estou
muito agradecido à Neptuno Films por me ter trazido todos estes desenhos
animados. E aos estúdios que os dobraram, claro.
Alguns episódios
Alguns episódios
- Uma vidente faz
várias previsões para o Bandolero, entre as quais se incluem a previsão de que
um dos seus amigos vai morrer e a de que Bandolero vai ser salvo por algo que o
seu maior inimigo lhe vai dar. O Bandolero acha um disparate, mas quando as
previsões da vidente se começam a confirmar, ele receia que o "Dragabuche", a
Rosita ou o Tony morram. Depois de um tempo a agonizar, pensando em quem seria
o infeliz...o Dragabuche aparece estendido no chão com a camisola toda
vermelha! O Bandolero fica desolado, mas logo percebem que o Dragabuche está só a dormir. E, antes disso, estava a cozinhar e entornou molho de tomate na roupa! Lindo serviço...enfim. Mais tarde, algo chama a atenção do Bandolero: o seu
arqui-inimigo Rodrigo, que vai a passar! O Bandolero decide assaltá-lo. Assustado com as ameaças dele, o
Rodrigo dá-lhe a coisa mais valiosa que tem consigo: uma espécie de cigarreira
feita de ouro. O Bandolero fica todo contente, mas quando se distrai a falar com
a Rosita e com outra pessoa, o Rodrigo aproveita para sacar uma arma...e dá um
tiro no Bandolero! Quando todos estão aflitos, o Bandolero sorri ao ver que a
vidente tinha razão. Foi salvo por algo que Rodrigo lhe deu! Como? Bem, ao dar
um tiro no Bandolero, o nabo do Rodrigo acertou na mão deste...que estava a
agarrar a cigarreira! E a bala ficou presa na cigarreira! E é um final feliz.
- Ainda apanhei os
momentos finais deste desenho animado. Foram intensos...o Bandolero e o Rodrigo
decidem lutar. A questão é que estão ao pé de um precipício. É então que Rodrigo
dá um tiro em Bandolero, que fica deitado ao pé do precipício. Rodrigo diz “Até
nunca mais, Bandolero!”. O nosso herói conserva o sangue-frio e diz: “Sim...até
nunca mais!!!”. Ao dizer isto, o Bandolero faz um movimento simples mas eficaz:
puxa Rodrigo pelos braços, fazendo-o desequilibrar-se; ainda agarrando os
braços de Rodrigo, apoia os seus pés no peito dele e balança o corpo todo para
trás...o que lança Rodrigo pelo precipício abaixo! Rodrigo grita em agonia...e
nunca mais o vemos ou ouvimos! E o final é uma festa, um típico final
todos-se-casam! O Bandolero casa com a sua amada, o Dragabuche diz que vai casar
com a criada da amada do Bandolero – eles já gostavam um do outro – e o Tony e a Rosita...bem, ficam como estão, sem casamento marcado. Mas sempre juntos!
Uma(s) voz(es): Alexandra
Sedas; Margarida Machado; Nuno Távora; Paulo Espírito Santo
Uma(s) personagem(ns):
Bandolero; “Dragabuche”; Flaco; Rosita; Tony;
Genérico:
Bandolero
Bandolero
Bandolero…
Combaterás o mal
E sempre vencerás
Bandolero
O pobre ajudarás
E o defenderás
Bandolero
O mais bravo e valente serás
E a morte tu não temerás
Bandolero, teu nome é querido
Também és temido
Pelos teus inimigos
Que querem-te ouvir
Bandolero, Bandolero
Cavalgando viverás
Bandolero, Bandolero
Lutando sempre estás
Interpretado por: Paulo Espírito Santo
sábado, 21 de junho de 2014
Especial: uma pérola no Youtube
Não consegui resistir a partilhar convosco esta pérola que encontrei há pouco no Youtube. Ao que parece, este vídeo surgiu no início deste mês. Aqui o têm. Aproveitem!
https://www.youtube.com/watch?v=5irnOa4w1lY
Em que consiste, perguntam? Bem, vê-lo é mais fácil, mas...basicamente, foi uma alma bondosa que nos concedeu um pouco do que é tão difícil encontrar em Portugal: os nomes dos dobradores da nossa infância! Pois é: aqui mostram-nos os nomes dos dobradores de algo tão épico como "Oliver e Benji"! Aliás, até é uma coincidência engraçada, tendo em conta o meu último post...enfim. Claro que alguns de nós já devem conhecer alguns nomes...mas alguém sabia, por exemplo, o nome do relatador dos nossos jogos favoritos? É verdade: neste vídeo conhecemos Daniel Oliveira! Ah, aquela bela voz que relatava os feitos do Oliver, do Ed Warner, dos irmãos Masao...e dão-nos muitos mais nomes. Além de fotografias. Que é algo que dá sempre jeito para o caso de passarem por eles na rua e lhes quiserem dar um bom aperto de mão, juntamente com um "obrigado!". Já fiz isso algumas vezes. Força nisso! E bom vídeo!
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